Postado em jun 25, 2011 sob Relatórios | 0 comentários

Aldenor, Paulo, Yago e Airton
Yago
Pessoalmente, essa era uma manifestação complicada para mim. Era o aniversário de dez anos de uma igreja da cidade em que tenho um relacionamento complicado com alguns membros. Eu estava completamente temeroso de alguém achar que nossa presença ali era algo pessoal e tomarem nossa como uma afronta. Graças a Deus, pelo visto, ninguém aparentou pensar isso – fomos até muito bem recebidos por lá.
Chegamos um pouco tarde para a manifestação e as pessoas já haviam entrado. A banda estava no fim de sua apresentação e o pastor convidado estava se preparando para sua pregação. Entregamos os folhetos para quem ia entrando, mas já havia muitas pessoas dentro do evento. Assim, o Aldenor (um novo colaborador) deu a idéia de entrarmos no evento e panfletarmos no intervalo. Assim, o Paulo e o Airton ficaram panfletando na entrada do evento, enquanto eu e o Aldenor estávamos na porta do auditório, esperando a saída do pessoal.
No geral, a manifestação foi tranquila. Enquanto esperávamos o intervalo, para iniciarmos a panfletagem, tivemos boas conversas com algumas pessoas sobre nossas idéias (e até sobre várias outras coisas). Não conseguimos contar quantos panfletos entregamos, mas foram muitos (rsrs).
Continuem orando por nós e que possamos, a cada dia, voltar ao real conteúdo do evangelho.
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Postado em jun 23, 2011 sob Relatórios | 3 comentário

Sarah
Em pleno feriado de Corpo de Deus (Corpus Christi), estávamos nós (Sarah, Roney e Yago) no “Logos Fest Music” (O evento acontece nos dias 23, 24 e 25 de junho), em frente ao terminal do Siqueira, firmes em mais uma manifestação.
Hoje foi o 1º dia do “festival gospel”. Chegamos por volta de 18h15mim e percebemos uma fila grande, sendo já propício para nossa panfletagem. Todos muito solícitos ao receberem o manifesto. Apenas dois grupos de pessoas nos barraram perguntando mais sobre o Cante as Escrituras, tendo em vista já nos conhecerem (um nos conhecia da Primeira Conferência, o outro de uma manifestação). Claro que aproveitamos a oportunidade!
O ponto alto da noite (risos) foi quando os apresentadores da rádio Logos se dirigiram ao Roney para uma micro-entrevista. O querido e amado irmão, meio encabulado, mas confiante, aproveitou a oportunidade e respondeu que estávamos ali divulgando o Cante as Escrituras, logo em seguida explicando do que se tratava. AMÉM. O ponto baixo da noite foi que tivemos que gritar “Está na Logos, está na benção”, o slogan da rádio que nos entrevistava (registrando: o Roney NUNCA tinha ouvido falar dessa rádio!).
Já com duas horas no “evento”, sem ter distribuído todos os panfletos e com fome, paramos e sentamos para conversar e comer.
Uma observação pessoal: durante a panfletagem fiquei a pensar na superficialidade que impera no mundo “gospel”. Espero que pelo menos um leia (ou tenha lido) o manifesto e compreenda.
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Postado em jun 19, 2011 sob Relatórios | 2 comentário

William Bessa
Esta foi a terceira manifestação do Núcleo Cante as Escrituras no DF. Numa noite fria para os candangos que são acostumados ao calor nessa época do ano, dirigimo-nos dessa vez a uma igreja localizada no P-Sul, Ceilândia (cidade satélite de Brasília), chamada Comunidade Novo Tempo.
Na igreja estava ocorrendo um congresso para mulheres com o tema “O vaso nas mãos do Oleiro” e a atração da noite era a cantora Soraya Moraes. Nos outros dias do congresso participarão: Pra. Vânia Fernandes (DF) e Pra. Érica Gomes (EUA).

Pessoas ouvindo sobre o Manifesto
Chegamos aproximadamente 20h30min, quando o louvor já havia começado então não foi possível entregar os panfletos e fazer abordagem durante a entrada. Entramos e esperamos o final culto para começar o trabalho. Depois de quase 2 horas de música veio o momento da palavra, ministrada pela Soraya Morais que fez uma pregação sobre o tema do congresso.
Depois da pregação, as pessoas foram convidadas a irem à frente e fazerem uma oração, aceitando Jesus como Salvador de sua vida. Foi quando começamos a nos deslocar para a porta da igreja e abordar aqueles que saem antes do término do culto.
A distribuição de cerca de 200 panfletos ocorreu de forma tranqüila. As pessoas recebiam educadamente e algumas paravam para ler e outras ainda perguntavam sobre o que se tratava. Inclusive o pastor da igreja, que após a explicação sobre o manifesto respondeu “Muito bom”. Entregamos também para as equipes de louvor da igreja. Soraya Moraes educadamente pegou um panfleto, enquanto saia da igreja, e o guardou.
Uma das pessoas ao receber o panfleto ficou empolgada, dizendo que conhecia o projeto, pois tinha visto no site do Voltemos ao Evangelho e perguntou se iríamos trazer a conferência para Brasília. Foram recolhidos dois panfletos do chão.
Nossa opinião é que fazer manifestações assim, nas igrejas locais, é de grande importância, mesmo com poucos membros. Pois trabalhando diretamente com a liderança das igrejas, acreditamos ser possível melhorar a qualidade das músicas cantadas nos cultos. Que Deus possa nos abençoar nesse sentido, nos dando sabedoria e mansidão. Que Ele cresça e nós diminuamos.
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Postado em mai 25, 2011 sob Relatórios | 4 comentário
No twitter do Cante as Escrituras, postamos sobre a primeira manifestação do núcleo do Espírito Santo. Graças a Deus, tudo saiu bem. Segue o relatório (e estejamos orando pelo novo grupo).
José Ruy Pimentel de Castro (Zé Ruy)
A primeira manifestação do núcleo no Espírito Santo ocorreu numa segunda-feira, dia 23 de maio. A data é feriado no município de Vila Velha. Trata-se da comemoração da colonização do solo espírito-santense, já que os donatários da capitania primeiro chegaram nessa cidade, mas devido às dificuldades encontradas em estabelecer uma vila por lá, principalmente devido a ataques frequentes de índios, decidiram retirar-se para a ilha de Vitória. O local foi o Parque da Prainha, praia onde os portugueses primeiro pisaram em solo capixaba, no sopé do morro do Convento da Penha (como se pode ver iluminado ao fundo das fotos).

- Lauriete cantando e o público. Convento da Penha ao fundo.
O evento em si foi intitulado de ‘Show da Vida’. Programação que se seguiu à ‘II Corrida Pela Vida’. Não sei a fundo qual a participação da rádio A Cor da Vida na realização da corrida, mas pelo menos na parte musical ela teve participação importante. A rádio é comandada pela família Malta, do senador Magno Malta (PR/ES). ‘Um Dia Pela Vida’ não foi um evento ‘gospel’ apenas; mesclou música ‘gospel’ com a música chamada ‘secular’. Os eventos nos quais a rádio participa de alguma forma na organização se caracterizam por essa mescla devido ao apoio de variados artistas que o senador Magno Malta conseguiu pelos seus esforços no projeto ‘Todos Contra a Pedofilia’. Uma das atrações mais esperadas da noite por parte do público ‘gospel’ era Fernanda Brum (que não conseguiu comparecer devido a problemas de saúde de seu filho, segundo um twit de um locutor da rádio que acabei de conferir há alguns minutos) e por parte do público ‘secular’, César Menotti e Fabiano. Na prática, como eram atrações que iriam se apresentar no final da festa (conclusão pessoal), os ‘gospel’ e os ‘secular’ (divisão apenas didática) conviviam no mesmo ambiente.
A equipe que pôde comparecer nesse dia fomos, eu, Karine e minha noiva Werlla. Ao chegarmos, estacionarmos e termos 5 reais a menos pelo pagamento adiantado a um flanelinha (aff!), nos dirigimos a uma área perto dos camarotes. De lá parti sozinho em direção aos camarins a fim de encontrar um amigo meu, Wellen Souza, vocalista da Banda Heaven, que ficou de ajudar a gente lá nos bastidores do evento. O som ali estava tão alto que não conseguimos nos comunicar por celular e, portanto, a abordagem nos bastidores não se realizou. Conseguimos, entretanto, deixar alguns panfletos com o pessoal dos camarotes que se dispuseram a coloca-los sobre as mesas que haviam ali.

Da esquerda para direita: Karine, Zé Ruy e Werlla.
Ao retornar, oramos e nos espalhamos a fim de distribuir os 500 panfletos que confeccionamos. Em alguns lugares do show o cheiro de maconha era tão forte que, parafraseando nossa amiga Karine, ‘quase tivemos uma overdose’. Enquanto isso tocava Carlinhos Félix e por isso pudemos fazer uma abordagem mais seletiva (por ‘seletiva’ leia-se aqueles que cantavam as músicas mais populares, aqueles que não estavam fumando e aqueles que não tinham uma latinha de cerveja na mão). Pessoalmente, no que consta à distribuição dos panfletos que ficaram comigo, percebi as pessoas muito receptivas, algumas inclusive me pediam os panfletos. Encontrei poucos deles pelo chão; um único que encontrei, peguei novamente e distribuí. A panfletagem se seguiu pelo show de Karla Malta, e no final da apresentação de Lauriete, os panfletos já tinham se acabado. Apesar de parecer que demoramos muito para distribuir, as apresentações eram bem curtas devido ao grande número de artistas para apenas uma noite. Ficamos uma hora no máximo no local, incluindo tempo para lanchar (afinal, saímos todos depois de nossos afazeres diários para aquele lugar).
Enfim, a manifestação foi bem sucedida. Esperamos que, com o aumento do núcleo, possamos confeccionar mais panfletos e contar com mais pessoas para mostrarmos ao público cristão que ‘há algo podre no reino da Dinamarca’ da música gospel. Que Deus nos abençoe nesse propósito. Afinal, não são apenas os músicos e profissionais da música ‘gospel’ que precisam repensar o que estão pregando, o público-alvo e consumidor também precisa analisar o que está cantando.
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Postado em mai 15, 2011 sob Relatórios | 11 comentário
Este é um relatório duplo. Tivemos dois shows simultâneos em Fortaleza e, graças a Deus, estivemos nos dois. O Airton esteve, sozinho, no show do Fernandinho; alguns dos novos voluntários estiveram no show do Kleber Lucas com Novo Som. Confira os relatórios:
Airton

Banner divulgando o show do Fernandinho
Quando cheguei ao show, me deparei com uma fila enorme. Realmente tinha bastante gente para assistir o Fernandinho, mesmo faltando ainda 1h30min para o início do show – provavelmente para não perderem os primeiros lugares. Mas algo me chamou muita atenção e eu gostaria de saber (impossível alguém saber) qual a finalidade disso: várias pessoas com faixas na cabeça com homenagens ao cantor e com blusas padronizadas, também com homenagem. Minha crítica é construtiva. Pare e Pense: qual a diferença desta veneração para a veneração da igreja católica, que consideramos idólatra? Vão me dizer que é algo diferente só por que somos evangélicos?
Quero frisar também a falta de educação de muitas pessoas (aparentemente evangélicas). Antes de qualquer coisa, bem em cima do nosso panfleto, está escrito: “Não jogue esse panfleto em vias públicas. Guarde-o e leia com cuidado em casa”. Muitas pessoas pegam os nossos panfletos, passam o olho, começam a ler. O que fazem depois? Jogam no chão! Amados, tenhamos pelo menos o senso de limpeza. Sempre ao final de cada panfletagem, saímos olhando para o chão coletando os nossos panfletos que foram jogados. Enquanto eu estava apanhando os panfletos, um garoto estava bebendo água. O que foi que ele fez? Jogou a garrafa no chão. Olhei para ele e depois apanhei a garrafa. Alguns amigos dele riam enquanto ele ficava olhando para mim. Para falar a verdade, acho que as pessoas dão mais atenção para nós quando estamos apanhando os papéis no chão do que entregando os panfletos. Espero que não só olhem, mas que ajam de modos dignos – pelo menos na área ecológica.
Para ser justo, quero agradecer a todos aqueles que me receberam com um sorriso, dizendo: “Deus abençoe o seu trabalho”. Embora muitos tenham agido com pouca educação, alguns foram educados e receptivos.
Que Deus abençoe todos que estavam no local.
Paz de Deus!
Adália Raquel
Bom, nesse sábado estávamos (Eu, Sarah e Roney) em um evento chamado CRENTE MUSIC FESTIVAL (risos), que contava com a presença da banda Novo Som, mais do cantor Kleber Lucas, mais uma atração surpresa, mais uma tenda eletrônica (sim, você leu certo).
Na hora que chegamos, tinham poucas pessoas e, por incrível que pareça, apenas nós panfletando. Então, podemos perceber lá dentro os técnicos testando as luzes e fumaças que seriam usadas na tenda eletrônica, ao som de Jason Mraz. Em um mundo gospel que não se pode escutar Chico Buarque, tinha Jason em uma tenda eletrônica.

Panfleto divulgando o show do Kleber Lucas com o Novo Som (e a tenda eletrônica gospel)
No começo da panfletagem, os irmãos estavam muito educados, recebendo os panfletos e guardando (houve até um educado rapaz que falou para Sarah que já conhecia o Cante, provavelmente de outro show), mas na proporção que aumentaram as pessoas, também aumentou a quantidade de papeis no chão – mas nada que nosso trio não conseguisse deter. Também começaram a chegar meninas com vestidos chamativos e saltos altíssimos. Minha mãe, que estava como observadora, viu um rapaz fumando e até ela comentou que metade ali parecia não conhecer Jesus
Por um lado, algumas pessoas não foram muito receptivas. Fui entregar os panfletos para um grupo de músicos que iam tocar no show (acho que eles eram a surpresa) e eles agiram com descaso. Só um deles pegou o panfleto e colocou no bolso. Por outro lado, alguns se mostraram muito interessados, ao ponto de pedir explicação sobre o manifesto. Um garoto se interessou tanto, tanto, mas tanto que confirmou a presença na conferência e pegou nosso contato para conversarmos com a equipe do louvor da igreja dele falar.
Essa foi a primeira manifestação que nós três participamos. Posso dizer pelos três que foi bastante interessante, ao mesmo tempo que foi chocante, por vermos tantas pessoas indo àquele lugar com propósitos um tanto estranhos. Eu, como todos do Cante, espero que nosso pequeno esforço toque cada uma daquelas pessoas.
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Postado em mai 3, 2011 sob Relatórios | 6 comentário
Alguns trechos do relatório que soaram ofensivos foram retirados. Pedimos perdão aos que se sentiram atacados pela versão passada do texto.
Mariana
Esse foi o segundo manifesto do núcleo do Distrito Federal. Da equipe, poderam comparecer: Daiane, Diego, Driele, Marcellus, Mariana, Mariane, William e Weliton. Dessa vez, o evento foi pequeno. Mariana Valadão e seu marido, Felippe Valadão, fizeram o louvor em um culto de aniversário de uma igreja local.
No início, como estávamos em área privada, tivemos que pedir permissão ao pastor para começar o manifesto. De bom grado, ele liberou, mas apenas quando o culto acabasse. Entramos na igreja e assistimos a palavra de um pastor convidado. Depois do culto, nos posicionamos nas três saídas existentes e abordamos as pessoas que saiam. Bem ao lado da porta principal, Mariana Valadão e seu marido davam autógrafos nos CDs que as pessoas compravam.
Não podemos negar que todos eram extremamente educados. Sempre que oferecíamos um panfleto, eles pegavam, sorriam, diziam boa noite e saiam gentilmente. Alguns realmente paravam para ler, outros colocavam o panfleto dentro de suas Bíblias se nem ao menos ver o que era. Ainda tinha os que chegavam a conversar conosco e perguntar o que era aquilo que fazíamos.
Felippe Valadão, no fim da noite, veio comentar o que havia lido nos panfletos. Ele disse que suas músicas eram boas, que eram bíblicas e nos incentivou a continuar o trabalho da manifestação. A equipe de louvor da igreja também pareceu interessada no que lia e um músico, membro da igreja, se mostrou muito aberto as ideias do Cante.
Em geral o evento foi bem tranqüilo. Pegamos apenas um panfleto do chão do total de 200 distribuídos. Fomos bem recebidos e conseguimos, mesmo em meio a problemas, realizar mais um manifesto a favor do verdadeiro louvor e glória a Deus, Senhor de toda criação.
Peço que orem por nós, para que Deus nós dê sabedoria, amor e maturidade para seguir no caminho e lidar com as adversidades.
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