No último sábado (31/03), o núcleo do Cante as Escrituras em Recife esteve presente em mais um show, que reuniu alguns dos artistas mais conhecidos da música gospel nacional. Em virtude do avultoso número de pessoas estimado, o evento foi realizado no Chevrolet Hall, grande casa de shows da cidade, com a participação do Diante do Trono, Fernanda Brum, Fernandinho e Palavrantiga.
Participaram da movimentação (a terceira realizada na nossa cidade), além de mim, os irmãos Clóvis, Ingrid, Isaías e Jane. Quanto aos nossos irmãos Vinícius Pimentel e Davi, estavam a suplicar por nós em oração.
Chegamos ao local do evento por volta das 19h30min e já pudemos perceber, como esperado, uma forte aglomeração de pessoas que se “espremiam” numa fila quilométrica ou transitavam aguardando o início do show. Dividimo-nos e iniciamos a entrega dos manifestos.
Assim como em nossa primeira manifestação, notamos que o “show gospel” em muito se assemelha às festas mundanas, haja vista o comportamento de alguns.
Apesar disso, o grupo teve percepções positivas – e, porque não dizer, marcantes. A primeira delas foi que as pessoas (principalmente as mais maduras) mostraram-se bastante receptivas e interessadas em conhecer a proposta do Cante. A segunda, também motivo de muito contentamento, foi que, ao contrário do que aconteceu nas outras manifestações, vimos um número mínimo de panfletos lançados fora; as pessoas, de fato, ou estavam lendo ou guardaram o manifesto para uma leitura posterior.
Alguns de nós fomos questionados se estávamos promovendo algum tipo de protesto direcionado contra a banda Diante do Trono, ao que respondemos negativamente e explicamos que o intuito do Cante as Escrituras é levar os cristãos a uma reflexão acerca do sentido da verdadeira adoração e da importância de músicas congregacionais verdadeiramente cheias do ensino bíblico.
Outros fatos inusitados também ocorreram. Enquanto entregávamos o manifesto e conversávamos com os irmãos, uma multidão eufórica corria agitada para ver rápida passagem dos seus “ídolos” em carros de vidro fumê, no momento em que os artistas chegavam ao local do show.
Depois, enquanto conversávamos com dois rapazes, um deles perguntou se éramos um grupo ecumênico, ao que imediatamente respondei que não! Somos cristãos bíblicos e, como tais, rejeitamos o sincretismo religioso.
Nossa irmã Ingrid também viveu uma situação dessas enquanto conversava com outro grupo, que recusou o panfleto dizendo preferir “as novinhas”. Em contrapartida, o irmão Isaías teve oportunidade de conversar com alguns ministros de louvor que muito se interessaram pela reflexão trazida pelo Cante as Escrituras.
Aprouve ainda ao Senhor enviar uma forte chuva enquanto nos movimentávamos entre a multidão eufórica, razão pela qual tivemos que esperar um pouco até retomar a distribuição dos panfletos. De mais a mais, gostaria de fazer um registro: foi sensacional a maneira como o Senhor concedeu ousadia a cada um de nós para conversarmos com as pessoas e lhes entregar o manifesto. Foi algo extremamente gratificante ver que mesmo os mais tímidos proclamavam o nome e a palavra do Senhor com alegria!
Concluímos agradecendo ao Senhor, dono de todas as coisas, pela grande oportunidade que nos concedeu de fazer algo para o Seu Reino, reconhecendo em nossos corações que “somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer” (Lucas 17.10).
No último sábado, dia 10, o grupo “Voltemos ao Evangelho Puro e Simples: O $how tem que parar!” esteve presente no Festival Promessas da Rede Globo. O Cante as Escrituras esteve presente apoiando a manifestação.
A primeira coisa que notei ao chegar ao evento foi que ele não estava tão cheio assim. Passei por perto na noite anterior e já estavam passando o som, então percebi o que é um evento “global”. Eles queriam tudo perfeito. Para Deus? Claro que não! Já não somos mais tão bobos. Eles queriam era impressionar.
Devo admitir que o palco colossal, as gruas, a estrutura de som e dos quatro telões não se assemelhavam a nada que eu já tenha visto em um evento “gospel”. A qualidade era notável. A segurança também era algo notável. Além do policiamento pesado no meio e nos arredores do evento, o helicóptero da polícia militar não cessava de nos sobrevoar, fazendo a alegria da garotada que dava tchauzinho imaginando estar sendo filmada.
Enfim, como eu disse no início, não estava tão cheio assim. Nem mesmo no momento em que o Serginho Groisman resolveu fazer uma segunda abertura do evento (por estar mais cheio, ele disse). Então fui logo procurar a galera para ajudar a estender as faixas. No meu caminho fui parado por um rapaz que me pediu por um momento da minha atenção. Ele disse que estavam fazendo uma pesquisa para saber qual era o meu artista favorito. “Que estão aqui hoje?”, perguntei. Ele fez sim com a cabeça. “Nenhum!”, respondi para seu espanto. Ele ficou confuso, e eu expliquei o porquê de eu estar ali naquele dia. “Protesto? Mas você é contra os artistas?” Eu disse que estava procurando o resto do pessoal e que era só ele procurar pelas faixas depois que explicaríamos tudo. “Mas eu estou trabalhando. Você não pode me explicar agora?”
Palco do evento
Então esse foi o meu primeiro contato com um evangélico no evento, e para mim foi aí que iniciou a ação. O rapaz parecia se identificar bastante com as coisas que eu dizia, e ele mesmo parecia ter dúvidas sobre o foco da música gospel e dos pastores neopentecostais já antes do evento. Após termos conversado por alguns poucos minutos, continuei a procurar o pessoal e logo os achei. Estavam lá parados de frente para o palco logo depois do público, e já imersos em debates. Ao som de Ludmila Ferber e sua “unção de ousadia, de conquista e de multiplicação”, o primeiro grupo adolescente veio me abordar questionando o que significava “Voltemos ao Evangelho Puro e Simples: O $how tem que parar!”. Tenho que admitir: Essa frase soa um pouco ofensiva para quem não conhece a causa, e o mais interessante foi desmitificar isso em 30 segundos para todos os que me perguntavam. Pelo jeito que eles nos olhavam, parecia que esperavam que eu falasse com um tom arrogante e um olhar superior. Mas ao notarem alguém que os olhava nos olhos sorrindo, se espantavam. E foi assim o primeiro grupo de adolescentes. Chegaram rindo e saíram sem dizer uma palavra, a não ser “Ah, tá… Valeu”.
Gosto disso. Na Conferência Fiel desse ano nós do Voltemos ao Evangelho perguntamos ao John Piper o seguinte: “Com o movimento crescente do evangelho da prosperidade no país, perdemos o que chamaríamos de ‘mente cristã’. O que o senhor nos aconselha nesse sentido?” Ele respondeu algo assim: que as pessoas que seguem os “profetas” da prosperidade assumem que nós somos austeros, arrogantes, “sem o Espírito”, infelizes. Mas que quando elas vissem que nós nos alegramos em Cristo, quando elas testemunhassem nossa felicidade nas Verdades Eternas, elas confiariam que aquilo que temos é verdadeiro e muito maior do que as riquezas que elas almejam aqui na terra.
Achei um conselho muito bom, e até então segui-lo tem dado bons frutos.
Então, entre as diversas pessoas conversando com os outros integrantes do protesto, mais um grupo veio me questionar. Esse era um grupo singular, pois uma das meninas tinha algumas frases prontas e versículos na ponta da língua. Não demorou muito para eu fazê-la perceber que ela não entendia os versículos que estava citando, e que as frases prontas dela não tinham qualquer base bíblica. Qualquer coisa como: “Os filhos do rei não passam necessidade”. E versículos retirados de Ageu e Isaías sobre receber prosperidade, ou “o melhor dessa terra”. Não me espantou quando perguntei a ela se ela tinha lido todo o livro de Isaías e ela respondeu que não. “E Ageu? Você já leu todo?” Ela respondeu sem graça que também não. É natural que ela pensasse que tais promessas fossem direcionadas a ela, já que é isso que os pastores que ela conhece falavam. Apenas arremessavam versículos aleatórios e completavam com suas próprias falsas promessas. É natural que ela não entendesse que as promessas de prosperidade do antigo pacto seriam cumpridas em nós não aqui, mas na eternidade. Claro que ela não saberia que Cristo sofreu o que sofreu para que ele mesmo recebesse e comprasse para nós essas promessas; a alegria que lhe estava proposta.
Depois dessa menina, muitas outras pessoas vieram nos abordar. Algumas nos criticando, outras nos apoiando e tirando fotos dos cartazes. Mas todas estavam impressionadas. E é isso o que queremos: que fiquem impressionadas. Não queremos afrontá-las, mas confrontá-las. Não queremos ofender os “profetas” da prosperidade. Queremos que essas pessoas cheguem em casa e se perguntem: Por que eles estavam fazendo aquilo? O que faz um cristão levantar cartazes contra “cristãos”? Será que eles estão certos? Será que tudo o que eu aprendi até hoje sobre Deus era uma mentira?
Queremos que elas orem em sinceridade pedindo a Deus que a verdade lhes seja revelada. Queremos dar-lhes a oportunidade de ouvir algo diferente daquilo que têm ouvido em seus púlpitos e suas rádios.
A primeira manifestação do Cante as Escrituras em Recife ocorreu num show que reunia alguns artistas bastante famosos na cena gospel brasileira: Novo Som, o “ex-Raimundos” Rodolfo Abrantes, Mariana Valadão, Pregador Luo e Bruna Karla. Além de mim, participaram da movimentação os irmãos Clóvis, Davi, Isaías, Áurea e Ingrid. Os irmãos Douglas e Filipe não puderam estar presentes, mas nos ajudaram durante toda a preparação. O Jairo, por sua vez, apesar de morar em outra cidade (Toritama/PE), tem nos dado suporte com suas orações.
Chegamos ao Clube Português, local do evento, às 19h. Como o show estava marcado apenas para as 20h, os portões ainda estavam fechados, mas já havia uma pequena fila se formando. Aproveitamos e já começamos a entregar os panfletos. Até as 21h, quando terminamos, havíamos distribuído cerca de 2.000 cópias do manifesto.
A primeira coisa que chamou a nossa atenção foi a presença de muitos incrédulos no evento – não estamos falando em cristãos nominais, mas em pessoas que realmente não professam fé em Cristo. Além disso, alguns integrantes do grupo tiveram que lidar com as “cantadas” recebidas durante a entrega dos panfletos – essas sim vindas de crentes professos. O ambiente de “show gospel” não nos pareceu em nada diferente de qualquer outra festa mundana, para vergonha nossa.
Outro fato que nos deixou estarrecidos foi a quantidade de panfletos jogados no chão. É verdade que no local havia a divulgação de outros eventos “gospel”, de modo que as pessoas acabavam recebendo diversos panfletos, além do nosso, ao chegarem ao local do show – e o manifesto pode ter sido confundido com esses outros materiais. De toda forma, às 21h a área de entrada do evento estava praticamente coberta de papel.
Apesar dessas primeiras impressões, ficamos bastante gratos a Deus pelo início das atividades do núcleo aqui em Recife. As pessoas, em geral, receberam amistosamente o panfleto e, quando algumas vinham nos perguntar o que estávamos fazendo ali, tínhamos a oportunidade de explicar melhor a proposta do Cante as Escrituras e encorajá-los a ler o manifesto com calma e visitar o site do grupo. Inclusive, fomos abordados por uma irmã, estudante de antropologia, que está fazendo um trabalho acadêmico acerca do movimento “O $how tem que parar”, realizado durante a Marcha para Jesus, e ficou interessada em incluir o Cante as Escrituras em sua pesquisa.
Além disso, algo que surpreendeu positivamente as pessoas foi o ato de recolhermos ao final os panfletos que haviam sido jogados no chão. Isso causou uma forte impressão em alguns, ao ponto de virem perguntar mais sobre as ideias do Cante as Escrituras.
Enfim, após vários meses de espera antes que finalmente pudéssemos fazer a primeira movimentação do núcleo em Recife, estamos felizes por este pequeno começo. Nossa oração a Deus é para que Ele desperte corações de volta à Sua Palavra e traga muita glória ao Seu próprio nome através de uma genuína reforma na música cristã.
Estávamos em um evento de exposição de artigos evangélicos, chamado “ExpoEvangélica”. Ao entrar, havia estandes de músicas, brincadeiras, pulos, jogos, livros, rádios e até de corretores de imóveis, entre outras coisas. Cheguei por volta das 18:10h e as atrações já haviam começado. Fiquei do lado de fora entregando panfletos para as poucas pessoas que iam entrando. Resolvi perguntar se a entrada era de graça – me surpreendi com a resposta “Sim”. Tínhamos que preencher um papel para poder entrar e, enquanto eu estava preenchendo o meu papel de entrada, uma das meninas que estavam organizando pegou um folheto e, após ler apenas algumas linhas, por está trabalhando, ela disse algo como: “concordo plenamente com isso! Irei guardar o panfleto e procurar saber mais”. Aproveitei para deixá-la mais informada sobre o ministério.
Ao entrar no evento, me deparei com uma banda que estava cantando algumas músicas. Fiz algumas entregas dos panfletos ali por perto e depois resolvi subir para poder entregar mais panfletos. Haviam estandes por lá e, embora entregando panfletos, confesso que fiquei interessando por saber o que cada um dos estandes tinha para oferecer.
Havia muitos estandes cristãos e não-cristãos. Apesar de ser uma exposição de artigos evangélicos, haviam coisas que não tinham nada haver com o evangelho do nosso Senhor, como estandes de corretores de imóveis e de jogos. Não vejo essas coisas como uma propagação do Evangelho (creio que ainda está muito longe disso). Claro, também existiam ótimos estandes por lá, como o do grupo de missões Portas Abertas.
O estande do Portas Abertas, que trabalha com a Igreja perseguida, me fez refletir muito sobre os cristãos que estavam ali e até mesmo em mim. Será que se o nosso País perseguisse os cristãos, aquele povo (ou até mesmo eu) estaria naquele local fazendo festas “para Jesus”? Será que o valor de Cristo seria tão grande que iríamos fazer assim como o Apostolo Paulo nos disse e nos apresentaríamos como um sacrifício vivo para Deus (Rm 12:1)? Será que cantaríamos como na música “E se” do Stênio Március: “E se eu perdesse tudo, será que, contudo eu me alegraria em Deus”. Penso se a cena abaixo, filmada neste evento, aconteceria tão frequentemente e seria confundido com cristianismo:
Agradeço a Deus e sua infinita misericórdia por ter me dado mais uma oportunidade de pregoar a sua palavra. Quero agradecer a todos que receberam os panfletos de sorriso no rosto, e agradecer mais ainda aos que receberam sem o mesmo sorriso, ou mesmo nem receberam. Que Deus possa abençoar a cada um que esteve naquele local, abrindo-lhes os olhos para a verdade do evangelho que está em Cristo, e não no ouro e nem na prata e muito menos na sabedoria humana.
O manifesto do Cante as escrituras ocorreu em um evento em comemoração aos 10 anos da igreja Assembléia de Deus do Psul, Ceilândia (cidade satélite de Brasília), são 10 dias de comemoração do aniversario da igreja com várias atrações entre elas: Fernandinho, David Quilan, Lázaro, Paulo Cézar Baruk, PG, entre outros. O evento é gratuito e aberto a todo público, localizado numa grande estrutura em praça pública na frente da igreja.
Nesse manifesto foram Alisson, Arielle, Kályta, Mariana e Weliton, chegamos por volta das 21:15 e saímos umas 23:15. No local encontravam-se cerca de 800 pessoas, que foram prestigiar o show do cantor PG, entregamos por volta de 700 panfletos e por mais que pedíssemos para as pessoas não jogarem o panfleto no chão, ainda assim recolhemos cerca de 30 panfletos.
Em uma determinada hora do show, PG leu uma passagem bíblica Jo 8:32 e deu uma mensagem para os presentes (na maioria jovens), em suas citações falou sobre pecado, inferno, arrependimento, salvação e vida com Cristo. Ele falou um pouco sobre suas músicas e criticou a vida moderna dos jovens, totalmente pecaminosa, dizendo que “vivem” com Cristo , assim citou: “Tem gente indo pro inferno com blusa de Jesus”. Uma mensagem confrontadora e verdadeira, o que geralmente não é pregado por ai.
A entrega dos panfletos foi tranqüila, as pessoas aceitavam de bom grado, muitos leram na hora e outros guardavam no bolso ou dentro de suas bíblias, não houve muitos questionamentos sobre o manifesto Cante as escrituras.
Peço-lhes que orem por nós, para que Deus nos de sabedoria, maturidade para lidar com as adversidades e para que possamos anunciar os Seus decretos a todas as criaturas.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8:32)
O manifesto ocorreu no feriado prolongado e compareceram ao manifesto eu, Mariane, Mariana, Erick, Kalyta, Alisson, Janara, Diego, Weliton e Arielle, com a tarefa de distribuir panfletos e falar sobre o Cante as Escrituras no COMBRACEE (Congresso de mocidade do Brasil central e entorno) que acontece nos dias 22 a 25 de junho no Ginásio Nilson Nelson e faz parte das comemorações do centenário das Assembléias de Deus no Brasil.
Durante o evento, participam vários cantores famosos como Aline Barros, André Valadão, Lázaro, Davi Sacer, Chris Durán, Lauriete, Trazendo a Arca e outros. O evento é gratuito e aberto a todo público. A grande quantidade de pessoas circulando no local foi considerável mesmo se tratando do primeiro dia para o evento.
Chegamos ao local por volta das 20:00 horas nos dois dias e como as atividades do congresso ocorrem durante todo o dia e noite as pessoas estavam dispersas, algumas entrando e algumas saindo, então colocamos algumas pessoas entregando na entrada e outras dentro do evento, onde as pessoas circulavam para comprar comida, livros, revistas, etc.
Alguns grupos de jovens se mostraram confrontados e interessados no trabalho do Cante as Escrituras e conversamos com eles por mais de 30 minutos, explicando nossa opinião. Eram jovens bem questionadores. Gostamos desses momentos, já que o manifesto vai além do que só entregar um panfleto, pois nesses momentos temos chance de ter um pequeno momento de comunhão com os irmãos, falando de assuntos do Reino. Foi muito proveitoso e espero que eles tenham compreendido nossa real intenção ali.
De todos os manifestos até agora esse foi de longe onde encontramos mais panfletos jogados ao chão, algo que nos deixou bem tristes, mas recolhemos todos que conseguimos. Foi possível observar como muitas pessoas não se dão ao trabalho nem de ler a primeira linha do manifesto, que diz “Não jogue esse panfleto em via pública”. Por vezes, os jovens se reuniam em círculos e víamos os panfletos no meio deles; educadamente, íamos até o meio e pegávamos os panfletos.
Saímos de lá por volta das 22:00 horas pois além de fazer o manifesto do Cante as Escrituras usamos a oportunidade para pregar o Evangelho de Jesus Cristo para aqueles jovens, que muitas vezes estão na igreja mas ainda não conhecem o Deus salvador, o Deus que nos modifica por completo e faz com que tenhamos verdadeiro zelo pela sua Glória, se importando com os mínimos detalhes no que se refere a adoração e louvor de Seu nome através da música.