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Primeira Palestra da Conferência em Medianeira, Paraná.


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Ano passado editei parte da declaração do cantor Stênio Marcius que dizia: “Jamais a venda de CDs será prioridade. Não quero nada, fama, elogios, reconhecimento, estou bem satisfeito com a salvação. Quero mais de Cristo!” Mais surpreendido fiquei quando tive uma experiência real com o querido Stênio e sua esposa, Selma – que pode parecer simples, porém foi fantástica.

Durante alguns dias pude ser grandemente abençoado com a presença do querido e suas canções no evento do Encontro para a Consciência Cristã na cidade de Campina Grande-PB. Canções como O Tapeceiro, É n’Ele, Alguém como eu, dentre tantas cantadas naquele tabernáculo com mais de 6 mil pessoas, me fizeram imaginar uma sinfonia de louvor sendo entoada na eternidade para a glória de Deus. Há tempos que eu almejava ver a igreja do Senhor O adorando com canções de graça, sem mantra, pula-pula, frases desconexas, rimas pobres, etc., onde a arte, a glória e a honra são oferecidas ao maior artista, o Rei do Universo.

O fato mais relevante ocorreu quando me dirigir ao standard dos CD’s do Stênio Marcius para adquirir o seu mais novo álbum A Beleza do Rei. Ao me dar conta de que estava sem dinheiro em espécie e acreditando que os queridos usavam a tão prática maquininha do Cielo para cartões de crédito e débito, perguntei a Selma se vendiam em débito automático. Ela me falou que infelizmente não tinham a maquininha. No mesmo instante, ao informar que iria realizar o saque num caixa eletrônico mais próximo e em seguida retornar para a compra fui interceptado por ela que disse: – “leve o CD, e quando puder deposite o valor em nossa conta indicada no encarte do disco”! No momento não aceitei, visto que nunca tinha feito uma compra de CD assim; embora não pondo em jogo a minha honestidade, mostrei que reprovei essa transação haja vista não ser conveniente pra quem vende: “- estamos no Brasil, e isso não é legal”, falei em tom de riso.

Selma insistiu. Me constrangeu ao dizer que levasse pois sempre faz isso quando as pessoas estão sem o dinheiro na hora, e que Deus nunca lhes deixou faltar as despesas investidas nas prensagens dos discos. “- Não é você nem as pessoas que compram nossos discos que nos sustentam, mas Deus! Leve o CD, seja abençoado, e quando puder nos abençoe”, foi mais ou menos isso que ouvi. Contudo, diante dessa situação resolvi ficar com A Beleza do Rei e constrangido com a alegria, fé e energia dela, fiquei por ali a observá-la fazer o mesmo com alguns irmãos que por lá passavam crendo que iam compra o CD via maquininha.

Pouco tempo depois chega Stênio, super simpático, atencioso, gente de Deus. Pessoal, naquela oportunidade pude conversar um pouco e conhecer de perto alguém que não tem nada de astro, mas é gente simples, humilde, cheia de graça, e que vive literalmente na dependência de Deus. Alguém que de fato não tem pretensão de fama, riqueza, dinheiro, e sucesso na mídia, como bem frisou ele outrora, “estou satisfeito com a salvação”. Que possamos aprender com tal exemplo.

Enquanto os astros de “Gezui$” cobram altos ingressos em prol de show’s onde o dito cujo entra pelos fundos e no fim foge pela culatra cumprindo o seu contrato profissional (ou até mesmo com medo do assédio de muitos “gospelmaníacos”), tem gente fazendo a obra de forma séria e abençoando a igreja do Senhor com simplicidade e excelência. Nos dias de hoje, falando-se de música cristã, as diferenças são claras. Quem tem olhos, veja!

Fonte: A Arte de Chocar.


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Recentemente, ao falar para um grande grupo de jovens, eu tive um momento de insanidade temporária e desafiei o público a memorizar um livro inteiro das Escrituras. No início as pessoas me olharam como se eu tivesse perdido a cabeça. Mas logo uma espécie de “euforia em grupo” nos dominou e as pessoas começaram a pensar “eu posso fazer isso!”

Bem, isso foi há um mês e a onda de euforia inicial diminuiu. Acho que só uns poucos ainda estão avançando. Mas na semana passada um daqueles poucos encheu meu coração de esperança pelos líderes de louvor e adoração do futuro. Notei que ele estava com uma cópia de Colossenses e perguntei como ele estava indo. “Eu memorizei todo o capítulo 1 e estou indo para o capítulo 2″ ele respondeu. Ele é o guitarrista da banda e nem era o líder “que ministra à frente” o louvor e adoração! Wow! (Estou sorrindo)

Veja; a adoração e a Palavra são inseparáveis. Como adoradores e ministros, devemos continuamente vincular nossas vidas com a Palavra viva de Deus, tanto para nutrir nossas almas quanto para alimentar nossos rebanhos.

Ao contrário da cultura moderna, adoração não começa com a música, mas com Deus. Na verdade, tudo começa com Ele, o Logos de vida (Palavra), o Alfa e o Ômega, começo e fim. Assim, lemos na abertura do Evangelho de João: “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.” (João 1:1). Anunciando a chegada de Cristo na Terra, João escreve: “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.” (v. 14, NVI).

Se cremos que Jesus é notável, e, portanto, deve ser a peça central de nossa vida e nossa adoração, um pouco de lógica nos leva ao caminho: Jesus é o centro de toda a verdadeira adoração.

Jesus é a Palavra de Deus.

Portanto, a Palavra de Deus é o centro da verdadeira adoração de todos os tempos.

Sempre foi interessante para mim que o maior capítulo da Bíblia – Salmo 119 – é sobre o amor do salmista pela Palavra de Deus. Bem no meio deste manual incrível de louvor, encontramos o “ministro de louvor” comemorando o papel essencial da Palavra em sua própria vida. É lá que encontramos a confissão: “Sete vezes por dia eu te louvo por causa das tuas justas ordenanças.” (Salmo 119:164).

Observe a ligação diária entre a adoração e a Palavra na vida de Davi. Durante todo o dia, o salmista estava agradecendo a Deus pela verdade. Sim, ele estava sempre louvando a Deus. Mas ele também estava pensando sobre a Palavra de Deus a cada minuto do dia. É por isso que ele continua a dizer: “Meus lábios transbordarão de louvor, pois me ensinas os teus decretos.” (v. 171). Se eu estou lendo isso direito, a fonte de adoração do salmista é a ação da Palavra de Deus em sua vida. No caso dele, a ação da palavra precedeu o “transbordar” de louvor a Deus. Se você é como eu, você ouve as pessoas louvando a Deus o tempo todo. Mas quando foi a última vez que esteve ao redor de pessoas que estavam “transbordando” em adoração devido ao impacto que Palavra de Deus estava fazendo em suas vidas?

Canções por si só não mudam as pessoas. É a verdade que nos liberta. É essencial para nós, como líderes e adoradores mergulharmos em Sua Palavra e permitir que Sua Palavra remodele o contorno de nossos corações. Na verdade, Deus só tem um objetivo para todos nós, o de sermos conformes à imagem de Seu Filho (Romanos 8:29). Para sermos – conforme – é uma tarefa difícil e árdua, uma jornada que nos leva ao moldar e ao altar momento a momento. É um processo de transformação que resulta na constante renovação das nossas mentes pela verdade de Deus (Romanos 12:2).

Se não formos cuidadosos, podemos rapidamente inalar os sentimentos e emoções que experimentamos na adoração corporativa, só para ir embora com uma pequena mudança duradoura e substantiva em nossas almas. Em outras palavras, estamos propensos a nos alegrar proferindo palavras de louvor, enquanto continuamente desviamos da espada do Espírito. Como resultado, nossa adoração se torna uma concha escondendo a falsidade, enquanto nossos corações não abraçam Sua verdade para nossas vidas.

Se o meu amigo guitarrista talentoso se manter plugado em Colossenses, ele logo vai ser encorajado por esse desafio no capítulo 3: “Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, E cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações.” Colossenses 3:16 (ênfase adicionada). O que começa com um coração em Sua Palavra terminará sempre em uma canção de louvor ao nosso Deus.

Então, gentilmente deixe o violão e pegue a Palavra de Deus. Dentro de suas páginas há vida e fôlego – e tudo o mais.

Extraído de “InsideOut Worship: Matt Redman and Friends”.


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