Relatório das Atividades: Fortaleza, 10 de julho de 2011

Estávamos em um evento de exposição de artigos evangélicos, chamado “ExpoEvangélica”. Ao entrar, havia estandes de músicas, brincadeiras, pulos, jogos, livros, rádios e até de corretores de imóveis, entre outras coisas. Cheguei por volta das 18:10h e as atrações já haviam começado. Fiquei do lado de fora entregando panfletos para as poucas pessoas que iam entrando. Resolvi perguntar se a entrada era de graça – me surpreendi com a resposta “Sim”. Tínhamos que preencher um papel para poder entrar e, enquanto eu estava preenchendo o meu papel de entrada, uma das meninas que estavam organizando pegou um folheto e, após ler apenas algumas linhas, por está trabalhando, ela disse algo como: “concordo plenamente com isso! Irei guardar o panfleto e procurar saber mais”. Aproveitei para deixá-la mais informada sobre o ministério.

Ao entrar no evento, me deparei com uma banda que estava cantando algumas músicas. Fiz algumas entregas dos panfletos ali por perto e depois resolvi subir para poder entregar mais panfletos. Haviam estandes por lá e, embora entregando panfletos, confesso que fiquei interessando por saber o que cada um dos estandes tinha para oferecer.

Havia muitos estandes cristãos e não-cristãos. Apesar de ser uma exposição de artigos evangélicos, haviam coisas que não tinham nada haver com o evangelho do nosso Senhor, como estandes de corretores de imóveis e de jogos. Não vejo essas coisas como uma propagação do Evangelho (creio que ainda está muito longe disso). Claro, também existiam ótimos estandes por lá, como o do grupo de missões Portas Abertas.

O estande do Portas Abertas, que trabalha com a Igreja perseguida, me fez refletir muito sobre os cristãos que estavam ali e até mesmo em mim. Será que se o nosso País perseguisse os cristãos, aquele povo (ou até mesmo eu) estaria naquele local fazendo festas “para Jesus”? Será que o valor de Cristo seria tão grande que iríamos fazer assim como o Apostolo Paulo nos disse e nos apresentaríamos como um sacrifício vivo para Deus (Rm 12:1)? Será que cantaríamos como na música “E se” do Stênio Március: “E se eu perdesse tudo, será que, contudo eu me alegraria em Deus”. Penso se a cena abaixo, filmada neste evento, aconteceria tão frequentemente e seria confundido com cristianismo:

Agradeço a Deus e sua infinita misericórdia por ter me dado mais uma oportunidade de pregoar a sua palavra. Quero agradecer a todos que receberam os panfletos de sorriso no rosto, e agradecer mais ainda aos que receberam sem o mesmo sorriso, ou mesmo nem receberam. Que Deus possa abençoar a cada um que esteve naquele local, abrindo-lhes os olhos para a verdade do evangelho que está em Cristo, e não no ouro e nem na prata e muito menos na sabedoria humana.



3 Comentários

  1. priscila maria

    tribu do funk chuta que é laço…. essa é a descriçao do grupo e musica desse video … é complicado .. mas esse grupo coloca o funk como um meio de falar tbm da Palavra … é diferente fica complicado sim pois , alguns jovens ouvem promeiro o ritmo mas que eels possam aprender alguma coisa boa..eu torço pra isso .. nao sou adepta de tudo pra se evngelizar mas se tem quem se converta ao ouvir rock progressivo cristao ( se a queserem ver e ouvir procurem banda metal a sim ao jovem afundado no mundo do rock em depressao , etc leva a palavra fala do amor de DEUS é um meio pra alcançar vidas , um amigo meu jah se converteu saindo de uma vida atormentada desse mundo do rock “pesado” e ouvia essa banda logo no começo gente hoje ele é um servo de DEUS ,trabalaha ativamente na igreja dele com jovens,ao lado seu pastor ,a familia esta sendo restaurada uma irma dele voltou pra JESUS, sua mae que tinha que esconder tudo que ele pudesse usar pra se matar creio é testemunha da transformaçao do filho , e tudo isso e muito mais em cerca de um ano… nao vejo limites pra que ele fosse salvo Jesus salvou !

  2. Meu Deus! Não acredito ainda no que vi neste vídeo!!!
    Eu sabia que o evangelho estava deturpado, mas neste ponto?
    Que vergonha!

  3. Priscila Maria, infelizmente não compreendi o seu comentário.

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